A música de hoje está a morrer. Já não se cria, apenas se recria ou juntam-se sons numa aleatoriedade estupidificante. Ou num ritmo "maquinado" sem fluxo, em cd/vinil riscado. A mensagem desaparece e desvanece como um comprimido efervesceste. Porque a genialidade já foi gasta. Agora ficamos com os restos para criar. É como um leito de rio outrora cheio de pepitas de ouro, outrora repleto de ideias e novos sons, hoje só os obcecados restam à procura dela.
Porque é isto que queremos dela, é isto que o nosso "espírito" anseia dela:
É o fim do mundo!
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