quarta-feira, setembro 29, 2010

Modelar obectivo

Mesmo no negro pode-se palpar e sentir com as mãos um objectivo tão profundo, deveras, tão recalcado por um teimoso rebelde... orgulhoso no seu lábio inferior apontado aos céus, arrogância de quem pensava que sabia tudo, que sabia tão bem de si mesmo.

Agora ri-se de si mesmo. Patético, no entanto, agora com lição aprendida, com tudo brincado. Com olhos semi cerrados de uma certa amarga doçura, vai lutar mesmo por aquilo que sacia o ego, está a tocar o toque de entrada.

Tenho a mania de ser o último a entrar na carruagem... e parece que deus (d)escreveu uma comédia na história da minha vida, ou lá quem arquitectou isto.

Sem comentários: