Num fragmento está escrito que um dia virei a página. Perante a incredulidade do mundo, eu fui capaz do feito. Mudar, mesmo depois de muito falar, esta é a locomotiva do ser-se grande. Não apenas sonhar e contemplar, mas também sacrificar e andar.
Agora importante, aproveito os últimos dias de liberdade, medito e concentro, porque o caminho que tenho pela frente é difícil, mas não impossível.
E sei que sou capaz. Sinto-o com uma estranha certeza. Cá dentro há uma calmante fúria que arranha as paredes da minha vontade, pinta a minha clareza da cor certa, o objectivo está definido, sem arestas. O meu objectivo de apanhar uma cobra amarela.
Não subestimo os desafios que tenho pela frente, apenas sei como ser bem sucedido e tenho grande vontade de o fazer. E acredito que aí... oh...
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