Eis que me cruzo de novo com esta pérola. Surge. Sugado na sua essência, lava-me amargo o sentido de ser. É melaço que escorre. Quente. É a prova que vale a pena ainda estar aqui, e provar estes sublimes pedaços de quotidiano, ser esses momentos, e deixar ir... Porque nada se prende, tudo flui. E já não é a primeira vez que deixo-a por aqui.
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